Tia Sinhá ainda hoje é lembrada pelos que a conheceram e levam ao seu túmulo flores de gratidão. Costumava visitar os doentes em suas casas, levando-lhes tudo o que poderiam necessitar. Era uma santa.
Esta página pertence ao passado, bem passado... quase um século.
Em visita à Amarina, conhecida por tia Mila, falamos a respeito dessa nossa antepassada. Contou-me que na sua infância, estava doente de cama, com muita febre e nada a consolava. Tinha ficado órfã há poucos dias e sentia um mal sem fim. Tia Sinhá, em palavras de carinho e a mão sobre os cabelos, conversava com candura. Tia Mila então foi sentindo uma melhora confortadora que a foi levando à saúde total. E então, tia Mila me disse que tinha sido "vítima de generosidade extrema".
Um comentário:
Oi dona Flávia, são as histórias inesquecíveis que nos fazem viver e nos deixam gostinh de que a vida é recheada de pequenos grandes momentos.
Sabe, este ano aprendi que, ao lembrar de pequenos acontecimentos, recordar e dar vida a singelos fragmentos que os transformamos em "experiência"algo do vivido, da ordem de uma marca interior...
Grande abraço
Francilene
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