
Se me perguntassem de que dia não esqueci, de pronto diria: não lembro!
O dia para não esquecer é aquele de que se esquece.
É comum. Tem cheiro de café novo. Feijão no meio-dia. Sesta sem ronco. À tarde, água nas plantas. Ao arrebol, gorgeio de aves.
E, à noite, depois da novela... rivotril.
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