
Tanto cimento é queimado, tanto metal fundido, tanta pedra quebrada para render, em regra, tributo a quem cujos valores são efêmeros. Ficam no esquecimento tantos outros de valores perenes. Esquece-se, até, de erigir monumento àquele que é eterno.
Aqui, pois, vai uma homenagem:
àquele que desafia o vento;
àquele que namora com o sol;
àquele que flerta com a lua;
àquele que brinca com as estrelas;
Aqui, pois, vai uma homenagem:
àquele que desafia o vento;
àquele que namora com o sol;
àquele que flerta com a lua;
àquele que brinca com as estrelas;
àquele que traz a vida;
àquele que marca o ritmo da música;
àquele que, movendo os ponteiros, regula a existência;
àquele que descansa no nosso sono;
àquele que marca o compasso da vida;
àquele que marca o ritmo da música;
àquele que, movendo os ponteiros, regula a existência;
àquele que descansa no nosso sono;
àquele que marca o compasso da vida;
àquele que trova na chuva;
àquele que faz frio e faz quente;
àquele que faz frio e faz quente;
àquele que não pára.
Enfim, rendo meus louvores àquele que consola: O TEMPO.
Enfim, rendo meus louvores àquele que consola: O TEMPO.
2 comentários:
Mãe, que lindo texto. Foi de arrepiar !
beijo da Naza.
Maravilhoso, o tempo sempre nos pregando uma boa peça: Há tempo para aprender, há tempo de pensar, há tempo de compartilhar, há tempo de dar um tempo
A cada semana me permito um TEMPO na pressa, no corre corre, no cotidiano de horários e minutos para apreciar seus escritos.
Obrigado pelo tempo de aprendizagem e convivência
carinhos
Francilene
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